A vida

Hoje, muitos sãos os questionamentos que as pessoas se fazem acerca de quem somos, para onde vamos e qual seria o real propósito de tudo isto. Logo, uma coisa é fato. O único motivo de estarmos aqui é para apreender a amar fraternalmente as pessoas, domar as nossas más inclinações e aperfeiçoar, a cada dia, a nossa personalidade à serviço da luz. Todos nós nascemos sozinhos e iremos desencarnar sozinhos. Entretando, todos os seres que estão ao nosso lado hoje, estão alí por amor ou pelo refazimento do mesmo. O único que levamos é o diamante lapidado, dia após dia, chamado espiríto. O universo é a nossa morada, os planos paralelos das crostas dos mundos, a nossa estadia e os mundos habitados: a nossa abençoada escola. Escola esta que nos propicia o adiantamento moral e a escada, rumo à

felicidade eterna. Por isso a vida é tão impotante, pois é através dela que vamos atingir a verdadeira felicidade... O amor não morre, o que morre é aquilo que nós chamamos de paixão, fruto da vaidade e do alimento necessário para as nossas paixões inferiores, frente a insegurança inconsciente da personalidade desregrada. Somos inseguros porque somos imperfeitos. O tempo desperdiçado por coisas pequenas é insignificante com relação ao mérito em busca da reforma intima. Por isso, vamos aproveitar a outorga da dádiva da vida com consciência. Caso você ame muito alguém, este alguém sempre estará com você na jornada evolutiva. Migrando e transmigrando rumo a verdadeira felicidade. Para provar isso, trouxe a seguir, trechos de uns dos primeiros livros psicografados que eu lí “Driblando a dor – do espírito Luis Sergio” “O amor não morre, o verdadeiro amor é imortal. O que termina são as atrações físicas que a imperfeição do homem chama de amor. O sentimento verdadeiro é laço fluídico que ninguém vê, mas se percebe, porque a criatura amada resplandece em lembranças em nossos corações. O amor é a estrela que jamais fica ofuscada pela escuridão da dor ou da injustiça. O amor é uma floresta que se renova a cada minuto, e que agradece sem cessar a Deus, por ter-lhe dado vida. O amor é muito mais que corpos se entrelaçando, são olhos que se fitam num grito de esperança de que jamais deixarão de enxergar um ao outro, mesmo estando separados. O amor é o perdão em ação. Quem ama, ama verdadeiramente, nada exige da pessoa amada, mas tudo faz pela sua felicidade. O amor pode nos parecer uma gota de orvalho, mas quando o coração é uma flor, ele se sente alimentado. Aquele que não conheceu o verdadeiro amor é uma rocha que jamais foi lapidada. O amor é fruto criado por Deus e amadurecido por duas criaturas que se propusera a viver juntas eternamente. De um ser que jamais amou pode-se dizer que nada conhece da vida. O amor entre duas pessoas são duas folhas de porta se abrindo mansamente para que outros passem por elas, mas no dia em que se reencontram novamente – porque as portas têm de se fechar – elas gritam de felicidade ao bom Deus que as criou!”

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