Em frente ou enfrente!

Atualizado: Abr 2




Por vezes, nos achamos num buraco sem saída decorrente de uma cilada que a nossa mente não soube administrar. Quando somos pessoas controladoras e naturalmente com o ego exacerbado, basta apenas uma peça fora do lugar para entrarmos no pesadelo do pânico que é ir ao encontro com o monstro que mais tememos: a pequenez e a fraqueza da incerteza. Portanto, faz-se necessária a lembrança dos ensinamentos do mestre: “Abençoados os humildes e os pobres de espirito, pois será deles o reino dos céus.” Ocorre que muitas das vezes nossa vida é moldada com desafios. Desafios estes que não esperávamos, mas estamos totalmente aptos para vencer; basta acreditar. A falta de fé é sem dúvidas o defeito eminente mais infeliz que existe! Devemos questionar sempre: Pai! O que me falta para ter a confiança que preciso? O que é necessário pai, para entrar no vale da sombra da morte com a certeza no campo farto dos frutos da felicidades que acredito um dia poder merecer? Como pode ser tão difícil pai, acreditar no invisível aos olhos? Mas a resposta esta logo ali, nem mesmo se Jesus voltasse à terra o nosso orgulho nos permitiria acreditar 100% no invisível aos olhos mas visível no coração. Já tivemos todas as provas necessárias mas ainda tememos todos os testes divinos, identificando-los como males, crendo que Deus, esta energia que arquiteta o nosso futuro, não está conosco! Tudo ocorre pela nossa arrogância primata, pelo corpo abstrato que temos, este mesmo corpo que morre e adoece. Preferimos acreditar em algo que tem fim a acreditar no infinito, no onisciente, no onipotente e no onipresente. Na causa primária de todas as coisas, no criador do vasto universo. E o pior é que ainda nos dizemos seres inteligentes. O mundo está repleto de mensagens, provas cotidianas e emissários, há milênios! Ninguém então pode justificar a própria cegueira com a insatisfação do capricho pessoal. O problema não está na fenomenologia do circulo exclusivista de cada criatura, mas na direção do acordar para as realidades eternas. Pois o reino não surge com aparências exteriores. Mas inicia-se, desenvolve-se e consolida-se, em resplendores eternos, no imo do coração.


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