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  • Michelle Pollier Hiendlma

Cuidado com o falso ego! invista no transcendentalismo.

O falso ego do apego ao corpo físico e aos títulos, faz com que esqueçamos a nossa verdadeira essência transcendentalista. Porém, entende-se que na verdade estamos inseridos dentro do mundo para evoluir e ajudar os outros. Entretanto, quando o ser espiritual entende isso, não existem cansaços da máquina corporal que nos envolve e nem existe mais desânimo. É importante destacar que o envoltório físico trazido pela re-migração corpórea, quando esquecido, acarreta inúmeros desvios karmicos. Portanto, é necessário lembrar esse equívoco para ontem. Pois, a consciência espiritual lúcida diante a todos os testes diários, entendendo que somos essência e luz, inseridos em um contexto social, meramente por escolha de evolução, é essencial para à felicidade. Pois, se sabemos que estamos apenas utilizando a máquina, chamada corpo físico, para atividades laborais evolucionistas, realizadas para servir a nós e aos outros, não importa se nos doarmos por meio dela para o serviço do bem e ter somente algumas horas para nós. não é mesmo? Se nós tivermos a certeza que estamos aqui somente de passajem, à trabalho, para si mesmo, para depois voltarmos para casa, tudo fica mais esclarecido. Pois bem, este pensamento, é o "start" que precisamos para evoluir. Visto que é isto que os monges utilizam para se abnegar e doar sua vida para a própria alma espiritual e consequentemente, cumprir os desígnios de Deus para eles. Eles creem que em alguns estágios de evolução da "roda de sansara" devemos nos esquecer da vida comum, estando consciente apenas da alma transcedental e cuidar para que a energia ilusória (maya) do falso ego, não dome e nem manipule as suas mentes, como algo real, mas sim transitório. Para depois passar a atuar na sociedade, já doutrinados e auxiliar os outros que se encontrem perdidos nesta energia ilusória do mundo material. Que na verdade, nada mais é que uma ilusão, colocada para evoluirmos e termos o mérito de abnegação e devoção da nossa própria renuncia auspiciosa. Por isso, pode-se perceber que, não somos o que somos, é sim o designo a quem servimos, e amar-se é servir a si mesmo e consequentemente ao que Deus espera de nós. Portanto, cabe lembrar, a cada segundo, a necessidade latente que devemos ter pela conexão lúcida com o divino, assim como também, com a nossa alma espiritual. Para então ampliar a interação com ela e também, ampliar a lucidez cósmica para assim, se render totalmente à doação do corpo físico em prol desta. Isso sim é o essencial para a felicidade do dia a dia do homem, inserido no contexto do sistema terráqueo.


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